“Derrepente” não existe… nem em português, nem em espanhol

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“De repente” se escreve sempre separado; “derrepente” não existe.
“Com certeza” são duas palavras; “concerteza” não existe.

Um erro comum em português é escrever tudo junto, como uma só palavra, expressões que na verdade se escrevem separado: “de repente”, por exemplo, é muitas vezes escrita, de forma errada, “derrepente” (que não existe). Não é o único exemplo frequente: também abundam, na Internet, as aparições de “concerteza” (que, só para constar, também não existe: o certo é, sempre, “com certeza”, separado) ou mesmo de “agente vai”, “agente quer”, etc., quando o que se queria escrever era “a gente”, separado (novamente, só para constar: a expressão que substitui “nós” é sempre “a gente”, duas palavras; um agente, tudo junto, é, por exemplo, um agente secreto).

O curioso é notar que o fenômeno não se limita ao português: também em espanhol, professores e manuais precisam frequentemente recordar que a expressão “de repente” se escreve com duas palavras, separadas; e que “derrepente” não existe – nem em português, nem em espanhol.

2 comentários sobre ““Derrepente” não existe… nem em português, nem em espanhol

  1. Esta ou aquela grafia não existe.Existir, existem, até porque vocês mesmos chamaram a atenção para a ubiquidade delas na internet, o que prova que existem. O que está em causa é a correção delas, não a sua existência.

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