Taubateano, e não “taubateense”

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O caso da “grávida de Taubaté“, que com uma falsa gravidez colocou a si mesma e a sua cidade nos portais de notícias há alguns anos, deixou alguns jornalistas de fora de Taubaté com a dúvida sobre como se referir às pessoas nascidas naquela cidade do interior paulista. A resposta: os nascidos em Taubaté são taubateanos, e não taubateenses.

Taubateano (feminino: taubateana) é a forma usada pela população e pela imprensa local, pelos governos municipal e estadual, e a única que consta nos principais dicionários brasileiros – Aurélio, Houaiss e Michaelis.

A forma “taubateense“, que se vê em fontes menos confiáveis, simplesmente não tem uso na própria Taubaté.

E por que a forma usual é taubateano, e não taubateense? Há, como se sabe, diferentes sufixos que formam os gentílicos em português (porto-alegrense; curitibano; belo-horizontino; etc.), mas não há uma regra que explique qual sufixo se usa em cada caso; é preciso conhecer a forma usada no próprio local. É esse, aliás, o objetivo de nossa lista de gentílicos brasileiros, cuidadosamente elaborada para incluir apenas as formas de fato usadas (local e oficialmente) em cada cidade brasileira.

Desde já, agradecemos as contribuições dos leitores cujas cidades ainda não estejam ali elencadas – que poderão enviar suas sugestões na caixa de comentários, ao fim da página.

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