Dicionário de gentílicos brasileiros

O nome que se dá ao cidadão de uma cidade é gentílico (por exemplo: quem nasce no Rio de Janeiro é carioca; logo, o gentílico da cidade do Rio de Janeiro é carioca). Não existe atualmente uma fonte atualizada e confiável que reúna os gentílicos das cidades brasileiras. Todos os bons dicionários brasileiros – Houaiss, Aurélio, Michaelis, Aulete – são repletos de lacunas e erros nessa área. A Wikipédia lusófona, nessa área como em quase todas as outras, tem quase mais erros que acertos. Inexiste no Brasil uma publicação confiável que mantenha esses dados atualizados.

Assim, esta página pretende ser exatamente isso que faz falta: uma lista confiável dos gentílicos atuais de cidades brasileiras, rigorosamente conferidos, um a um, quanto ao seu uso real pelo governo, pela população e pelos meios de comunicação locais.

A lista abaixo, ainda inicial, inclui cidades com gentílicos menos conhecidos e outras cidades aleatoriamente escolhidas.

Se a sua cidade não aparece na lista abaixo, sinta-se convidado a enviar o nome de sua cidade e o respectivo gentílico como comentário, ao fim desta página.

Acre – acreano
Assis Brasil – assis-brasilense
Boca do Acre – bocacrense
Bujari – bujariense
Capixaba – capixabense
Cruzeiro do Sul – cruzeirense
Epitaciolândia – epitaciolandense
Manoel Urbano – murbanense
Marechal Thaumaturgo – thaumaturguense
Rio Branco – rio-branquense
Senador Guiomard – guiomarense
Tarauacá – tarauacaense
Xapuri – xapuriense

Alagoas – alagoano
Branquinha – branquinhense
Cajueiro – cajueirense
Coruripe – coruripense
Delmiro Gouveia – delmirense
Japaratinga – japaratinguense
Joaquim Gomes – joaquiense ou juruquense
Maceió – maceioense
Maragogi – maragogiense
Maravilha – maravilhense
Murici – muriciense
Nhamundá – nhamundaense
Ouro Branco – ouro-branquense
Paripueira – paripueirense
Passo de Camaragibe – camaragibano
Penedo – penedense
Piaçabuçu – piaçabuçuense
Piranhas – piranhense
Santana do Mundaú – mundauense
São José da Laje – lajense
São José da Tapera – taperense
Satuba – satubense
Taquarana – taquaranense
União dos Palmares – palmarino

Amapá – amapaense
Calçoene – calçoenense
Macapá – macapaense
Mazagão – mazaganense     [no site do IBGE vem, errado, mazaganistas]
Oiapoque – oiapoquense
Tartarugalzinho – tartarugalense

Amazonas – amazonense
Anamã – anamãense
Coari – coariense
Eirunepé  eirunepeense
Manaus – manauara
Maraã – maraãense
Presidente Figueiredo – figueiredense
São Paulo de Olivença – paulivense
São Sebastião do Uatumã – uatumãense
Tabatinga – tabatinguense
Tefé – tefeense

Bahia – baiano
Abaíra – abairense
Alagoinhas – alagoinhense
Anagé – anageense
Anta – antense
Araçás – araçaense
Aramari – aramariense
Canudos – canudense
Capela do Alto Alegre – capelense
Catu – catuense
Cotegipe – cotegipano
Entre Rios – entrerriense
Feira de Santana – feirense
Gongogi – gongogiense
Ichu – ichuense
Itaberaba – itaberabense
Jequié – jequieense
Jeremoabo – jeremoabense
Jitaúna – jitaunense
Lafaiete Coutinho – lafaietense
Lagoa Real – lagoa-realense
Laje – lajista
Lençóis – lençoense
Maragogipe – maragogipano
Monte Santo – monte-santense
Mucugê – mucugeense
Mulungu do Morro – mulunguense
Nazaré – nazareno
Nova Soure – nova-souriense   [alguns dicionários trazem, errado, nova-sourense]
Olindina – olindinense
Oliveira dos Brejinhos – brejinhense
Palmas de Monte Alto – monte-altense
Paramirim – paramirinhense
Paripiranga – paripiranguense
Pojuca – pojucano
Presidente Dutra – presidutrense
Riachão das Neves – riachão-nevense
Salvador – soteropolitano
Santo Amaro – santo-amarense ou santamarense
São Gonçalo dos Campos – são-gonçalense
Senhor do Bonfim – bonfinense
Teodoro Sampaio – teodorense
Tucano – tucanense
Vitória da Conquista – conquistense
Valença – valenciano

Ceará – cearense
Abaiara – abaiarense
Alto Santo – alto-santense
Amontada – amontadense
Aracoiaba – aracoiabense
Baixio – baixiense
Boa Viagem – boa-viagense
Brejo Santo – brejo-santense
Camocim – camocinense     [no site do IBGE, por erro, está camocimense, errado]
Cariré – carireense
Catunda – catundense
Chorozinho – chorozinhense
Crato – cratense
Farias Brito – deveria ser farias-britense, mas a forma que tem uso localmente é fariasbritense
Forquilha – forquilhense
Fortaleza – fortalezense
Groaíras – groairense
Icó – icoense
Itapajé – itapajeense   (o antigo nome Itapagé, com g, foi alterado por lei municipal de 1989)
Itapipoca – itapipoquense
Jaguaribe – jaguaribano
Jardim – jardinense
Jijoca de Jericoacoara – jijoquense
Lavras da Mangabeira – lavrense
Martinópole – martinopolense  (no site do IBGE vem, errado, *martinopolitano, que não tem uso)
Miraíma – miraimense
Mombaça – mombacense
Monsenhor Tabosa – tabosense
Mulungu – mulunguense
Nova Russas – nova-russense
Orós – oroense
Poço Dantas – poço-dantense
Quixadá – quixadaense
Quixelô – quixeloense
Reriutaba – reriutabense
Russas – russano
São Gonçalo do Amarante – gonçalense
Solonópole – solonopolense  (no site do IBGE vem, errado, *solonopolitano, que não tem uso)
Tauá – tauaense
Tianguá – tianguaense
Tururu – tururuense
Umari – umariense
Uruburetama – uruburetamense
Varjota – varjotense
Várzea Alegre – varzealegrense
Venha-Ver – venha-verense

Espírito Santo – capixaba
Alfredo Chaves – alfredense
Baixo Guandu – guanduense
Cariacica – cariaciquense
Divino de São Lourenço – são-lourencense
Fundão – fundãoense
Governador Lindenberg – lindenberguense
Guaçuí – guaçuiense
Presidente Kennedy – kennedense   [no site do IBGE vem kennediense, mas a forma usada na cidade é kennedense]
Piúma – piumense
São Mateus – mateense
Venda Nova do Imigrante – venda-novense
Vitória – vitoriense 

Goiás – goiano
Abadiânia – abadiense
Água Limpa – água-limpense
Anápolis – anapolino
Baliza – balizense
Bela Vista de Goiás – bela-vistense
Bonfinópolis – bonfinopolino
Cidade Ocidental – ocidentalense
Corumbá de Goiás – corumbaense
Cumari – cumarino
Davinópolis – davinopolino
Goiânia – goianiense
Goiás – vilaboense
Goiatuba – goiatubense
Inhumas – inhumense
Ipameri – ipamerino
Itaberaí – itaberino
Jaraguá – jaraguense
Montes Claros de Goiás – montes-clarense
Mossâmedes – mossamedino
Nova Aurora – nova-aurorense
Novo Gama – novo-gamense
Panamá – panamaense
Piranhas – piranhense
Pirenópolis – pirenopolino
Santa Helena de Goiás – santa-helenense
Trindade – trindadense
Uruana – uruanense
Valparaíso de Goiás – valparaisense
Vila Boa – vilaboense

Maranhão – maranhense
Aldeias Altas – aldeias-altense
Alto Alegre do Maranhão – alto-alegrense
Alto Alegre do Pindaré – alto-alegrense
Amapá do Maranhão – amapaense
Axixá – axixaense
Bela Vista do Maranhão – bela-vistense
Brejo – brejense
Caxias – caxiense
Coelho Neto – coelho-netense
Duque Bacelar – bacelarense
Fortaleza dos Nogueiras – fortalezense
Governador Archer – archense
Humberto  de Campos – humbertuense
Junco do Maranhão – juncoense
Lago do Junco – juncoense
Lagoa Grande do Maranhão – lagoa-grandense
Miranda do Norte – mirandense
Montes Altos – monte-altense
Nova Iorque – nova-iorquense
Pedreiras – pedreirense
Presidente Dutra – presidutrense
Presidente José Sarney – sarneyense
Santo Amaro do Maranhão – santamarense
Santa Helena  – helenense
São João dos Patos – patoense
São Luís – ludovicense
São Mateus do Maranhão – são-mateuense
Satubinha – satubinhense
Trizidela do Vale – trizidelense
Zé Doca – zé-doquense

Mato Grosso – mato-grossense
Brasnorte – brasnortense
Cláudia – claudiense
Cuiabá – cuiabano
Nortelândia – nortelandense
Nova Lacerda – nova-lacerdense
Pontes e Lacerda – pontes-lacerdense
Primavera do Leste – primaverense
Rio Branco – rio-branquense
Sapezal – sapezalense
Tangará da Serra – tangaraense
Tapurah – tapuraense
Vila Bela da Santíssima Trindade – vila-belense

Mato Grosso do Sul – sul-mato-grossense
Amambai – amambaiense (em algumas fontes está escrito, errado, *Amambaí, com acento)
Anastácio – anastaciense
Aquidauana – aquidauanense
Bela Vista – bela-vistense
Caarapó – caarapoense
Campo Grande – campo-grandense
Corumbá – corumbaense
Dourados – douradense
Itaporã – itaporanense
Jardim – jardinense
Maracaju – maracajuense
Ponta Porã – ponta-poranense

Minas Gerais – mineiro
Abadia dos Dourados – abadiense
Abaeté – abaeteense
Abre Campo – abre-campense
Alto Caparaó – alto-caparoense
Alto Rio Doce – alto-rio-docense
Araguari – araguarino
Araxá – araxaense
Arceburgo – arceburguense
Baldim – baldinense
Barão de Cocais – cocaiense
Barão de Monte Alto – monte-altense
Bela Vista de Minas – bela-vistano
Belo Horizonte – belo-horizontino
Betim – betinense
Bocaina de Minas – bocainense
Bonfim – bonfinense
Bonfinópolis de Minas – bonfinopolitano
Caiana – caianense
Cambuí – cambuiense
Cambuquira – cambuquirense
Campos Gerais – camposgeraiense  [deveria ter hífen, mas o uso local é “camposgeraiense”]
Caparaó – caparoense
Capinópolis – capinopolense
Cláudio – claudiense
Conselheiro Lafaiete – lafaietense
Contagem – contagense
Coração de Jesus – corjesuense
Corinto – corintiano
Coronel Fabriciano – fabricianense
Diamantina – diamantinense
Dionísio – dionisiano
Divinópolis – divinopolitano
Entre Rios de Minas – entrerriano
Esmeraldas – esmeraldense
Espírito Santo do Dourado – douradense
Felixlândia – felixlandense
Fortaleza de Minas – fortalezense
Frutal – frutalense
Governador Valadares – valadarense
Inhaúma – inhaumense
Itabira – itabirano
Itabirinha – itabirense
Itabirito – itabiritense
Itaguara – itaguarense
Itamogi – itamogiense
Itaúna – itaunense
Itaverava – itaveravense
Jacuí – jacuiense
Jacutinga – jacutinguense
Joaquim Felício – feliciano
Lagoa dos Patos – lagoa-patense
Lagoa Dourada – lagoense
Lagoa Formosa – lagoense
Lagoa Grande – lagoa-grandense
Lassance – lassancense
Lavras – lavrense
Manhumirim – manhumiriense
Maravilhas – maravilhense
Maria da Fé – mariense
Mariana – marianense
Mathias Lobato – mathias-lobatense
Matias Barbosa – matiense
Matias Cardoso – matiense
Monsenhor Paulo – paulense
Monte Azul – monte-azulense
Monte Santo de Minas – monte-santense
Montes Claros – montes-clarense
Nazareno – nazarenense
Nova Lima – nova-limense
Nova Resende – nova-resendense
Oliveira – oliveirense
Onça de Pitangui – oncense
Ouro Branco – ouro-branquense
Ouro Preto – ouro-pretano
Palma – palmense
Papagaios – papagaiense
Paraopeba – paraopebense
Patos de Minas – patense
Paula Cândido – paula-candidense
Peçanha – peçanhense
Pedra Dourada – douradense
Perdões – perdoense
Piedade dos Gerais – piedadense
Piumhi – piumhiense
Prata – pratense
Resende Costa – resende-costense
Ribeirão das Neves – ribeirão-nevense
Rio Pomba – rio-pombense
Sabará – sabarense
Santa Helena de Minas – santa-helenense
Santos Dumont – sandumonense
São Geraldo – são-geraldense
São Geraldo da Piedade – são-geraldense
São Geraldo do Baixio – baixiense
São Gonçalo do Abaeté – são-gonçalense
São Gonçalo do Pará – são-gonçalense
São Gonçalo do Rio Abaixo – são-gonçalense
São Gonçalo do Rio Preto – são-gonçalense
São Gonçalo do Sapucaí – são-gonçalense
São João Batista do Glória – gloriense
São Lourenço – são-lourenciano
São Sebastião da Bela Vista – bela-vistense
São Sebastião do Anta – antense
São Tomé das Letras – letrense
Senhora de Oliveira – oliveirense
Serra Azul de Minas – serrazulense
Serra da Saudade – serra-saudalense
Timóteo – timotense
Toledo – toledense
Tocos do Moji – tocosmojiense
Três Corações – tricordiano
Turmalina – turmalinense
Ubá – ubaense
Uberaba – uberabense
Uberlândia – uberlandense
Unaí – unaiense
Uruana de Minas – uruanense
Varginha – varginhense
Viçosa – viçosense
Visconde do Rio Branco – rio-branquense
Wenceslau Braz – wenceslauense

Pará – paraense
Abel Figueiredo – abel-figueiredense
Almeirim – almeirimense  (quem nasce em Almeirim, Portugal, é almeirinense)
Bannach – bannaquense
Belém – belenense
Concórdia do Pará – concordiense
Marapanim – marapaniense
Prainha – prainhense
Primavera – primaverense
Porto de Moz – porto-mozense
Santarém – santareno (ou mocorongo)
Santarém Novo – santareense (alguns dicionários inventaram uma errada *santarém-novense, que não tem uso)

Paraíba – paraibano
Alhandra – alhadrense
Araçagi – araçagiense
Baía da Traição – baianense
Bayeux – bayeuxense
Brejo dos Santos – brejo-santense
Casserengue – casserenguense
Congo – congoense
Coremas – coremense
Coxixola – coxixolense
Cruz do Espírito Santo – espírito-santense
Cubati – cubatiense
Curral Velho – curral-velhense
Guarabira – guarabirense
Gurinhém – gurinheense ou gurinhense (as duas formas têm igualmente uso oficial e popular)
Ibiara – ibiarense
Igaracy – igaraciense
Ingá – ingaense
João Pessoa – pessoense
Junco do Seridó – juncoense
Lagoa de Dentro – lagoa-dentrense
Lagoa Seca – lagoa-sequense
Mari – mariense
Massaranduba – massarandubense
Mulungu – mulunguense
Patos – patoense
Pedras de Fogo – pedrafoguense
Piancó – piancoense
Picuí – picuiense
Santa Helena – santa-helenense
São José de Caiana – caianense
São José de Piranhas – piranhense
São José do Bonfim – bonfinense
São Sebastião de Lagoa de Roça – lagoense

Paraná – paranaense
Almirante Tamandaré – tamandareense
Barracão – barraconense
Bela Vista da Caroba – bela-vistense   [no IBGE vem, por um erro incompreensível, “boaesperencense”]
Bela Vista do Paraíso – bela-vistense
Capitão Leônidas Marques – marquesiense
Chopinzinho – chopinzinhense
Colombo – colombense
Cumaru do Norte – cumaruense
Curitiba – curitibano
Entre Rios do Oeste – entrerriense
Foz do Iguaçu – iguaçuense
Itaúna do Sul – itaunense
Jaboti – jabotiense
Japurá – japuraense
Jardim Alegre – jardim-alegrense
Laranjeiras do Sul – laranjeirense
Londrina – londrinense
Mangueirinha – mangueirense
Maringá – maringaense
Moreira Sales – moreira-salense
Nova Aurora – novaurorense
Paiçandu – paiçanduense
Palmas – palmense
Pato Branco – pato-branquense
Paulo Frontin – frontinense
Ponta Grossa – ponta-grossense
Primeiro de Maio – primaiense
Renascença – renascencense  (algumas fontes trazem *renascenceano, que não tem uso)
Rio Bonito do Iguaçu – rio-bonitense
Rio Branco do Sul – rio-branquense
Santa Helena – santa-helenense
Santa Mariana – marianense
São Mateus do Sul – são-mateuense
São Tomé – são-tomense
Sarandi – sarandiense
Toledo – toledano
União da Vitória – união-vitoriense
Wenceslau Braz – brazense

Pernambuco – pernambucano
Araçoiaba – araçoiabense
Arcoverde – arcoverdense
Brejinho – brejinhense
Brejo da Madre de Deus – brejense
Camaragibe – camaragibense
Camocim de São Félix – camociense
Capoeiras – capoeirense
Cumaru – cumaruense
Goiana – goianense
Ilha de Itamaracá – itamaracaense
Itabaiana – itabaianense
Itapissuma – itapissumense
Jaboatão dos Guararapes – jaboatonense   [no site do IBGE está jaboãtoense, errado]
João Alfredo – joão-alfredense
Lagoa de Itaenga – itaenguense
Lagoa Grande – lagoa-grandense
Macaparana – macaparanense
Nazaré da Mata – nazareno
Olinda – olindense
Palmares – palmarense
Palmeirina – palmeirinense
Paudalho – paudalhense
Primavera – primaverense
Pombos – pombense      [no site do IBGE está, errado, pomboense; o certo é pombense]
Recife – recifense
São Lourenço da Mata – são-lourencense
São Vicente Férrer – vicentino
Surubim – surubinense
Tamandaré – tamandareense
Trindade – trindadense

Piauí – piauiense
Bela Vista do Piauí – bela-vistense     [no site do IBGE vem, por erro, bela vistense]
Bocaina – bocainense
Bonfim do Piauí – bonfinense
Dirceu Arcoverde – arcoverdense
Joaquim Pires – joaquim-pirense
Matias Olímpio – matiense
Murici dos Portelas – muriciense
Nossa Senhora de Nazaré – nazareno
Patos do Piauí – patoense
Picos – picoense
São Gonçalo do Piauí – são-gonçalense
São Lourenço do Piauí – lourenciano
São Raimundo Nonato – são-raimundense
Teresina – teresinense
Uruçuí – uruçuiense
Valença – valenciano

Rio de Janeiro – fluminense
Barra Mansa – barra-mansense
Belford Roxo – belford-roxense
Cabo Frio – cabo-friense
Cambuci – cambuciense
Campos dos Goytacazes – campista
Conceição de Macabu – macabuense
Duque de Caxias – caxiense
Engenheiro Paulo de Frontin – frontinense
Juiz de Fora – juiz-forano
Laje do Muriaé – lajense
Magé – mageense
Niterói – niteroiense
Nova Friburgo – friburguense
Nova Iguaçu – iguaçuano
Paraíba do Sul – sul-paraibano
Paraty  – paratiense
Petrópolis – petropolitano
Paracambi – paracambiense
Paty do Alferes – patyense
Petrópolis – petropolitano
Pinheiral – pinheiralense
Piraí – piraiense
Porciúncula – porciunculense
Porto Real – porto-realense
Quissamã – quissamaense
Resende – resendense
Rio Bonito – rio-bonitense
Rio Claro – rio-clarense
Rio das Flores – rio-florense
Rio de Janeiro – carioca
São Gonçalo – gonçalense
São João de Meriti – meritiense
São Pedro da Aldeia – aldeense   [e não *aldeiense, forma errada que vem no site do IBGE]
Taubaté – taubateano
Valença – valenciano
Vassouras – vassourense

Rio Grande do Norte – potiguar
Apodi – apodiense
Angicos – angicano
Brejinho – brejinhense  [no IBGE vem, errado, brejinense]
Caicó – caicoense
Ceará-Mirim – ceará-mirinense
Cruzeta – cruzetense
Jaçanã – jaçanãense
Jardim de Angicos -jardim-angicanense
Jardim de Piranhas – jardinense
Jardim do Seridó – jardinense
José da Penha – josé-penhense
Jucurutu – jucurutuense
Lajes – lajense
Lagoa de Pedras – lagoa-pedrense
Lagoa de Velhos – lagoa-velhense
Mossoró – mossoroense
Natal – natalense
Ouro Branco – ouro-branquense
Portalegre – portalegrense
Rio do Fogo – rio-foguense
Santana do Seridó – santanense
São Gonçalo do Amarante – gonçalense
São José do Seridó – são-josé-seridoense
São Tomé – são-tomeense
Tangará – tangaraense

Rio Grande do Sul – gaúcho
Alegrete – alegretense
Alto Alegre – alto-alegrense
Arroio do Sal – arroio-salense
Barão de Cotegipe – cotegipense
Barracão – barraconense
Campo Novo – campo-novense
Capão Bonito do Sul – capão-bonitense
Capão da Canoa – caponense
Capão do Leão – leonense
Caxias do Sul – caxiense
Cerrito – cerritense
Chuí – chuiense
Cruzaltense – cruzaltino
Cruz Alta – cruz-altense
Dois Irmãos – dois-irmonense
Esmeralda – esmeraldense
Fortaleza dos Valos – fortalezense
Frederico Westphalen – frederiquense
Garibaldi – garibaldense
Gramado – gramadense
Ijuí – ijuiense
Inhambupe – inhambupense
Itatiba do Sul – itatibense
Ivoti – ivotiense
Jaboticaba – jaboticabense
Jacutinga – jacutinguense
Lavras do Sul – lavrense
Liberato Salzano – salzanense
Mariana Pimentel – marianense
Mariano Moro – marianense
Minas do Leão – leonense
Muitos Capões – capoense
Muliterno – muliternense
Nicolau Vergueiro – nicolauense
Nova Araçá – araçaense
Nova Petrópolis – nova-petropolitano
Palmares do Sul – palmarense
Pelotas – pelotense
Poço das Antas – poçoantense
Pontão – pontanense
Porto Alegre – porto-alegrense
Relvado – relvadense
Rio Grande – rio-grandino
Roca Sales – roca-salense
Salto do Jacuí – salto-jacuiense
São Borja – são-borjense
São Lourenço do Sul – lourenciano
São Nicolau – são-nicolauense
Sarandi – sarandiense
Tapera – taperense
Três de Maio – três-maiense
Três Forquilhas – forquilhense
Trindade do Sul – trindadense
Westfália – westfaliano

Rondônia – rondoniense
Alto Alegre dos Parecis – alto-alegrense
Espigão do Oeste – espigoense
Ji-Paraná – ji-paranaense
Parecis – parecisense
Porto Velho – porto-velhense
Primavera de Rondônia – primaverense
Rolim de Moura – rolimourense
Theobroma – theobromense

Roraima – roraimense
Alto Alegre – alto-alegrense
Amajari – amajariense
Boa Vista – boa-vistense
Bonfim – bonfinense
Caracaraí – caracaraiense
Ouro Preto do Oeste – ouro-pretense
Pacaraima – pacaraimense
São João da Baliza – baliziense

Santa Catarina – catarinense
Abdon Batista – abdonense
Águas de Chapecó – aguense
Alfredo Wagner – alfredense
Alto Bela Vista – bela-vistense
Arabutã – arabutanense
Araquari – araquariense
Balneário Camboriú – balneocamboriuense
Balneário Gaivota – gaivotense
Barra Bonita – barra-bonitense
Barra Velha – barra-velhense
Bela Vista do Toldo – bela-vistense
Biguaçu – biguaçuense
Blumenau – blumenauense
Bocaina do Sul – bocainense
Bombinhas – bombinense
Camboriú – camboriuense
Campos Novos – campos-novense
Canoinhas – canoinhense
Capão Alto – capãoaltense (pelo Acordo Ortográfico, deveria ser capão-altense)
Celso Ramos – celso-ramense
Cerro Negro – cerronegrense (pelo Acordo Ortográfico, deveria ser cerro-negrense)
Chapecó – chapecoense
Concórdia – concordiense
Correia Pinto – correia-pintense
Criciúma – criciumense
Dionísio Cerqueira – cerqueirense
Entre Rios – entrerriense
Fraiburgo – fraiburguense
Florianópolis – florianopolitano
Forquilhinha – forquilhinhense
Governador Celso Ramos – gancheiro
Grão Pará – grão-paraense
Gravatal – gravatalense
Irineópolis – irineopolitano
Itajaí – itajaiense
Ituporanga – ituporanguense
Jaraguá do Sul – jaraguaense
Lages – lageano
Lauro Müller – lauromüllense (a pronúncia local é lauro-milense)
Major Vieira – major-vieirense
Maracajá – maracajaense
Maravilha – maravilhense
Massaranduba – massarandubense
Orleans – orleanense
Otacílio Costa – otaciliense
Painel – painelense
Palhoça – palhocense
Pomerode – pomerodense
Ponte Alta – pontealtense
Ponte Alta do Norte – norte-pontealtense
Porto União – porto-unionense
Rio Rufino – rio-rufinense
Santa Helena – santa-helenense
São Bonifácio – são-bonifacense
São João Batista – batistense
São Joaquim – joaquinense
São José – josefense
São José do Cerrito – cerritense
São Lourenço do Oeste – lourenciano
Siderópolis – sideropolitano
Tangará – tangaraense
Timbó – timboense
Timbó Grande – timbó-grandense
Treviso – trevisano
Treze de Maio – treze-maiense
Urubici – urubiciense
Urussanga – urussanguense
Vargem – vargense
Vargem Bonita – vargem-bonitense
Xanxerê – xanxerense
Witmarsum – witmarsumense

São Paulo – paulista
Aguaí – aguaiano
Alto Alegre – alto-alegrense
Américo Brasiliense – ameriliense
Araçoiaba da Serra – araçoiabano
Araraquara – araraquarense
Ariranha – ariranhense
Bady Bassitt – bassitense    [no IBGE vem, errado badiense]
Barra Bonita – barra-bonitense
Barueri – barueriense
Bauru – bauruense
Bocaina – bocainense
Bom Jesus dos Perdões – perdoense
Botucatu – botucatuense
Campinas – campineiro
Campos do Jordão – jordanense
Campos Novos Paulista – campos-novense
Capão Bonito – capão-bonitense
Capivari – capivariano
Carapicuíba – carapicuibano
Cerqueira César – cerqueirense
Cerquilho – cerquilhense
Cubatão – cubatense
Diadema – diademense
Dirce Reis – dircense
Dourado – douradense
Franca – francano
Guarani d’Oeste – guaraniense
Guarulhos – guarulhense
Igaraçu do Tietê – igaraçuense
Itápolis – itapolitano
Itatiba – itatibense
Ituverava – ituveravense
Jaboticabal – jaboticabalense
José Bonifácio – bonifaciano
Jundiaí – jundiaiense
Lençóis Paulista – lençoense
Marinópolis – marinopolense
Martinópolis – martinopolense
Mauá – mauaense
Mineiros do Tietê – mineiros-tieteense
Mogi das Cruzes – mogiano
Mogi Guaçu – guaçuano
Mogi Mirim – mogimiriano
Monte Alto – monte-altense
Monte Aprazível – monte-aprazivelense
Monte Azul Paulista – monte-azulense
Morungaba – morungabense
Nazaré Paulista – nazareano
Neves Paulista – nevense
Osasco – osasquense
Palmares Paulista – palmarense
Pedreira – pedreirense
Pedro de Toledo – toledense
Pindamonhangaba – pindamonhangabense
Piracicaba – piracicabano
Presidente Venceslau – vescelauense
Ribeirão Preto – ribeirão-pretano
Sales – salense
Sales Oliveira – salense
Salto Grande – salto-grandense
Santo Amaro da Imperatriz – santo-amarense ou santamarense
Santo Antônio do Jardim – jardinense
Santos – santista
São Bernardo do Campo – são-bernardense
São Joaquim da Barra – joaquinense
São José da Bela Vista – bela-vistense
São José dos Campos – joseense
São Lourenço da Serra – são-lourençano
São Paulo – paulistano
Santo André – andreense
Serra Azul – serrazulense
Sorocaba – sorocabano
Tabatinga – tabatinguense
Taboão da Serra – taboanense
Taubaté – taubateano    [e não taubateense, forma antiga que hoje não tem uso]
Teodoro Sampaio – teodorense
Tietê – tieteense
Turmalina – turmalinense
Valparaíso – valparaisense

Sergipe – sergipano
Aquidabã – aquidabãense
Aracaju – aracajuano
Brejo Grande – brejo-grandense
Itabaiana – itabaianense
Itabaianinha – itabaianinhense
Lagarto – lagartense
Laranjeiras – laranjeirense
Neópoles – neopolitano

Tocantins – tocantinense
Angico – angicoense
Axixá do Tocantins – axixaense
Brejinho de Nazaré – brejinhense   [no IBGE vem, errado, brejinense]
Cristalândia – cristalandense
Dois Irmãos do Tocantins – dois-irmanense
Dueré – duerense
Itaporã do Tocantins – itaporanense
Lagoa da Confusão – lagoense
Monte Santo do Tocantins – monte-santense
Nazaré – nazareno
Nova Rosalândia – rosalandense
Novo Acordo – novo-acordense
Oliveira de Fátima – oliveirense
Palmas palmense
Pium – piunense
Ponte Alta do Bom Jesus – pontealtense
Ponte Alta do Tocantins – pontealtense
Presidente Kennedy – kennediense    [no site do IBGE, por erro, está kenediense]
Pugmil – pugmilense
Wanderlândia – wanderlandense
Xambioá – xambioaense

32 comentários sobre “Dicionário de gentílicos brasileiros

  1. Pingback: Quem nasce em tal cidade se chama como? | DicionarioeGramatica.com

  2. Bom dia. Gostaria de contribuir, informando o gentílico da minha cidade natal, Itaúna-MG – itaunense –, da cidade onde trabalho, Belo Horizonte-MG – belo-horizontino ou belorizontino –, e da cidade onde resido atualmente, Esmeraldas-MG – esmeraldense.
    Atenciosamente,
    Lorena Coelho da Fonseca Manrubia

    Curtido por 1 pessoa

  3. Caro,

    Quem nasce em Papagaios – MG é papagaiense. Está assim no IBGE e é a que usa a população. O IBGE parece ser fonte confiável.

    O que ainda hoje persiste é acirrada controvérsia sobre o correto nome da cidade: Papagaio ou Papagaios.

    O nome oficial do município hoje é Papagaios, conquanto entenda ser Papagaio a forma correta, respeitadora da toponímia local tradicional, pois se chamava Distrito de Papagaio ao então distrito do município de Pitangui.

    P.S.: Conhece a história de Mazagão – AP? É interessantíssima. Conta-a o historiador francês Laurent Vidal em “Mazagão: a cidade que atravessou o Atlântico”. Eis um artigo escrito pelo próprio autor a esse propósito para a Revista de História: http://www.revistadehistoria.com.br/secao/artigos/cidade-em-transito.

    Curtido por 1 pessoa

    • Caro, agradeço. Até mês passado sempre recomendava aqui no site como fonte a página do IBGE, muito mais confiável em termos de gentílicos que qualquer dicionário, mas a decisão de criar uma página aqui veio justamente após constatar lapsos e erros também no site do IBGE. Alguns dos gentílicos aqui transcritos são justamente de cidades que estavam ou sem gentílico ou com gentílico incorreto na lista do IBGE. E conheço sim a história de Mazagão, realmente interessante – e que, aliás, é justamente um dos exemplos que me fiz com um pé atrás com o IBGE: o gentílico por eles dado, “mazaganista” (suponho que o “s” a mais em “mazaganistas” seja só erro de digitação) não se refere à cidade brasileira, cujo gentílico sempre foi mazaganense, mas justamente à Mazagão original, a africana. E obrigadíssimo!

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    • Caro,
      Interessantíssima história a de Papagaios! Fiquei com a forma no plural, mesmo, porque me parece ser hoje a consensual – usada pela prefeitura da cidade, pela Câmara Legislativa, pelo governo de Minas, pelo IBGE, pelos dicionários, etc. E encontrei a seguinte explicação na página da prefeitura da cidade: “De 07/04/1841 a 29/08/1911, Papagaio era um povoado pertencente a Maravilhas, que por sua vez era um distrito do município de Pitangui. Pela Lei Estadual nº 556 de 30/08/1911, o povoado de Papagaio foi elevado à categoria de distrito de Pitangui e desmembrou-se de Maravilhas.
      Pela Lei Estadual nº 1039 de 12/12/1953, Papagaio foi elevado à categoria de município e em 20/01/1954, houve a instalação oficial do município de Papagaio.
      Pela Lei Estadual nº 2764 de 30/12/1962, assinada pelo Governador José de Magalhães Pinto, o município de Papagaio mudou de nome para Papagaios. O nome Papagaio, porém, continuou sendo usado por toda a população durante muitos anos.
      No diploma da Lei Orgânica de 20 de março de 1990, aparecem as duas formas – Papagaios e Papagaio.
      Em 12 de junho de 2009, foi feita emenda à Lei Orgânica do Município, alterando, entre outros, o artigo 5º, no Capítulo II, que passou a ter a seguinte redação: Art. 5º – O Município de Papagaios, Estado de Minas Gerais, foi criado pela Lei Estadual nº 1039 de 12 de dezembro de 1953 com a denominação de Papagaio, passando a denominar-se Papagaios por força da Lei Estadual nº 2764”.

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  4. E quanto a gentílicos alternativos?

    O gentílico oficial da nossa capital, Brasília, é brasiliense. Já o gentílico extraoficial de Brasília é candango, que recebemos como herança dos trabalhadores que construíram Brasília.

    Curtido por 1 pessoa

  5. Pingback: Taubateano, e não “taubateense” | DicionarioeGramatica.com

    • Caro Carlos, Essa é uma questão complicada – isso porque, sem dúvida, tanto na Campo Maior piauiense quanto na Campo Maior portuguesa, sempre se escreveu “campomaiorense”, sem hífen. O novo Acordo Ortográfico, porém, decidiu meter-se na formação dos gentílicos, sob a justificativa de padronizá-los, e determina que os gentílicos de nomes compostos levem hifens – assim, a forma recomendada passou a ser campo-maiorense. Em casos como esse, em que o uso e a norma ortográfica se contrariam, acho que o prudente é esperar, e ver se a forma com hífen acabará “pegando” ou se essa parte do Acordo acabará rejeitada pelos fatos. Veremos.

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  6. Pingback: Quem nasce em São Pedro da Aldeia é aldeense | DicionarioeGramatica.com

  7. Pingback: Lages ou Lajes? A cidade catarinense se chama Lajes ou Lages? Moji ou Mogi? Joinvile ou Joinville? Chuí ou Xuí? Paraty ou Parati? | DicionarioeGramatica.com

  8. Bom dia!

    Gostaria de solicitar que fosse incluída na lista a cidade de São Lourenço, uma estância hidromineral localizada no sul de Minas Gerais. Logo, o gentílico seria “são-lourenciano”, creio.
    Nesta oportunidade, de parabenizar com louvor a iniciativa de criação deste dicionário. Sem dúvida, uma contribuição valiosa que agrega para a preservação de nossa identidade cultural.
    Parabéns!!!

    Curtido por 2 pessoas

    • São ignorantes – não há por que um gentílico “tenha que ser” de forma alguma; o que os determina é o uso, e, como você mesmo diz, aguaiano é a forma usada. É o que também dizem o IBGE, o Aurélio, etc., que só trazem aguaiano, e não aguaiense. Embora “ense” de fato seja a terminação mais comum, há inúmeros gentílicos terminados em “ano”, como se pode ver na própria lista acima. Adicionei aguaiano a ela, obrigado.

      Curtido por 1 pessoa

  9. Estive pesquisando sobre o gentílico de quem nasce na Cidade de Goiás, não é Vilaboense como dizem e sim o correto seria Goiano, de acordo com o dicionário Aurélio é: “quem é do estado de Goiás ou cidade do mesmo nome.” Confirmado o gentílico da Cidade de Goiás como Goiano pelo IBGE e pelo site dos geógrafos. A expressão vilaboense pode ter sido criada creio eu após a transferência da capital, de acordo com uma pesquisa realizada no Instituto de Pesquisa Histórica do Brasil Central (IPHBC) como fonte o jornal de circulação do início do século XX não encontrei sequer uma citação de vilaboenses e sim “Goiano” e “sociedade goiana”. Se alguém tiver alguma fonte documental que provem ao contrário será bem vinda. Vale ressaltar que Vila Boa de Goiás é um município do estado de Goiás que fica próximo ao Distrito Federal e eles já utilizam o gentílico vilaboense.

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    • Com todo o respeito aos naturais desse município, mas que desgraça de topônimo! Aliás, como quase todos os topônimos de origem antroponímica. Mas Bady Bassitt é mesmo de matar.

      Mil vezes Borboleta e borboletense.

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